
Candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP) poderá movimentar até R$ 9,3 milhões durante a campanha eleitoral de 2026.
No primeiro turno, o limite de gastos é de R$ 6.226.082,16. Caso avance para o segundo turno, poderá gastar mais R$ 3.113.041,08.
O valor não é exclusivo de Riedel. O mesmo teto vale para os demais candidatos ao Governo do Estado, ou seja, cada candidatura poderá gastar até R$ 6,2 milhões no primeiro turno e, se chegar ao segundo, acrescentar mais R$ 3,1 milhões.
O registro da candidatura de Riedel foi o segundo a ser formalizado e aparece no sistema da Justiça Eleitoral como “aguardando julgamento”. Lucien Rezende (PSOL) e Fábio Trad (PT) também já aparecem com candidaturas registradas.
Além do limite de gastos, Riedel declarou patrimônio de R$ 16,1 milhões, valor 22,16% menor que o informado nas eleições de 2022, quando declarou R$ 20,7 milhões.
A maior parte dos bens declarados está ligada à atividade rural. Entre eles estão R$ 12,25 milhões em bens vinculados ao setor e 521 cabeças de gado avaliadas em R$ 2,08 milhões.
Também aparecem na declaração uma Ford Ranger 2024, uma Ford Edge 2011, uma motocicleta BMW 2026, além de créditos a receber, valores em contas bancárias e participações em cooperativas e empresas.
O teto de R$ 9,3 milhões representa o valor máximo permitido para cada candidatura ao Governo e não significa que os candidatos necessariamente utilizarão todo o montante.
