O terceiro envolvido no sequestro da recém-nascida, ocorrido no sábado retrasado, apresentou-se na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA). O homem conhecido como “Dedinho”, 25 anos, está preso. Segundo a polícia, o caso pode ter ligação ao tráfico de pessoa como forma de pagamento a traficantes.
Conforme a polícia, ele é marido da manicure de 33 anos, presa dois dias depois do crime, e que estava com a recém-nascida no Bairro Tiradentes.
Também está preso o suposto pai da criança. O rapaz de 22 anos é suspeito de suposta participação em parte do planejamento do sequestro.
A menina recém nascida foi arrancada dos braços da mãe, uma jovem menor de idade. De acordo com a polícia, os suspeitos seriam a manicure, o marido dela e dois bolivianos que já teriam retornado ao país de origem.
Conforme a polícia, o crime teria sido encomendado pelo suposto pai, que seria casado e teria tido um caso com a mãe da criança.
No entanto, segundo a polícia, a manicure teria identificado o 'pai' da menina como coautor e apontado, ainda, que o roubo da criança seria para quitar dívida de drogas com os bolivianos. Ele nega a acusação, inclusive que seja pai da menina.
A manicure, inclusive, teria dito a princípio que havia perdido um filho e, por isso, queria a bebê, versão desmontada pela polícia.
De acordo com a polícia, o bebê seria negociado com os estrangeiros por R$ 5 mil, como parte da dívida, ficaria com a manicure até ser levada para fora do país, o que caracteriza tráfico internacional de pessoa.
Conforme o Correio do Estado, o delegado Paulo Sérgio Lauretto apurou que a manicure teria vigiado a mãe e levantado dados sobre a rotina da família e acerca do alta no hospital.
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