
A defesa de Gilvaneo Correa Dias conseguiu na Justiça a concessão de liberdade provisória ao motorista investigado pelo acidente que matou o jovem Erik na MS-276, entre Deodápolis e Lagoa Bonita.
O Ministério Público havia se manifestado pela conversão da prisão em flagrante em preventiva. A defesa, por outro lado, pediu o relaxamento da prisão e, de forma alternativa, a concessão de liberdade provisória com aplicação de medidas cautelares.
Ao analisar o caso, o juiz Pedro Henrique Freitas de Paula homologou o flagrante, mas acolheu o pedido de liberdade provisória, entendendo que, naquele momento, não estavam presentes elementos suficientes para manter Gilvaneo preso preventivamente.
Com a decisão, o investigado poderá responder ao processo em liberdade, desde que cumpra uma série de condições. Entre elas estão o uso de tornozeleira eletrônica por pelo menos 30 dias, recolhimento domiciliar durante a noite e nos dias de folga, proibição de frequentar bares e pagamento de fiança equivalente a cinco salários mínimos.
A Justiça também suspendeu a possibilidade de condução de veículo automotor e determinou que a soltura só ocorra após o pagamento da fiança e a instalação do equipamento de monitoramento eletrônico.
A decisão representa um resultado favorável à estratégia apresentada pela defesa nesta fase do processo, já que o investigado não permanecerá preso preventivamente enquanto as investigações continuam.
O inquérito segue em andamento para esclarecer todos os detalhes do acidente e as responsabilidades no caso.
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