A Polícia Militar deve, na próxima semana, ter o retorno dos seis aparelhos de bafômetros que estavam em aferição desde o Carnaval. A afirmação foi dada hoje (3) pela manhã ao Dourados News pelo comandante do 3º Batalhão no município, coronel Ari Carlos Barbosa.
Segundo ele, mesmo com a falta do equipamento durante o período, os trabalhos de fiscalização e ‘Operações Lei Seca’ não deixaram de acontecer na cidade e região.
“Apesar do tempo [de aferição dos aparelhos], continuamos fazendo nossos trabalhos e realizamos vários flagrantes, já que recebemos centenas de etilotestes – teste similar ao bafômetro - no início do ano”, comentou.
Os seis aparelhos servem Dourados, Itaporã e Caarapó e segundo o comandante, é suficiente. “Temos várias parcerias com outros organismos de segurança que nos possibilita a utilização do aparelho deles, caso exista alguma necessidade”, contou.
Hoje pela manhã, o Dourados News recebeu a informação que, além da falta de bafômetro, o estoque de etilotestes havia chegado ao fim, fato negado por Barbosa. “Não, ainda possuímos esses testes e nossos policiais sempre levam durante o trabalho”.
GUARDA MUNICIPAL
Em agosto, o Dourados News entrou em contato com o comandante da GMD (Guarda Municipal de Dourados) João Vicente Chencarek para saber a situação dos aparelhos.
Segundo Chencarek, a corporação possui atualmente dois bafômetros. Um deles, que não estava imprimindo o relatório de nível de álcool no sangue, foi enviado para manutenção no início do mês passado.
Como esse trabalho só acontece em São Paulo, não há previsão de retorno, enquanto isso, um aparelho da PRF (Polícia Rodoviária Federal) foi emprestado.
"É normal que o aparelho as vezes apresente algum problema e que necessite de uma manutenção, como foi nesse caso de não estar imprimindo o relatório. E como o trabalho de manutenção só é feito em São Paulo, demora para que retorne para nós, aí estamos trabalhando com um aparelho cedido pela PRF".
A quantidade, também é suficiente para a demanda, de acordo como comandante e são utilizados nas abordagens de rotina, denúncias, e em apoio a ações coordenadas de fiscalização da Agetran (Agência Municipal de Trânsito) e da Polícia Militar.
"Esses dois aparelhos são o suficiente para a nossa demanda de trabalho, já que atuamos em circunstâncias diversas, e não na maioria das vezes coordenadas, como nas blitze. Nessas situações, em específico, a Guarda trabalha no apoio a operação".
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