O uso do sistema rotativo de vagas, que utiliza o parquímetro, foi classificado pela vereadora Grazielle Machado (PR), nesta terça-feira (13), durante reunião com a diretora-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Kátia Maria Moraes Castilho, como veneno e remédio, ao mesmo tempo.
A parlamentar disse, que muitas vezes, o parquímetro é necessário, contudo, em outras vezes só atrapalha. Para exemplificar citou a rua Padre João Crippa, onde moradores precisam pagar para estacionarem os carros em frente das próprias casas. Já na rua Maracaju há placas de moradores pedindo a instalação do equipamento. “O parquímetro é veneno e remédio ao mesmo tempo”, disse.
A vereadora ainda questionou onde é aplicado o dinheiro arrecadado com o serviço. Segundo ela, as divisas deveriam ir para a assistência social. O que ela disse não ver ser aplicado.
A diretora-presidente explicou que mensalmente o parquímetro arrecada cerca de R$ 40 mil, dinheiro que investido em uma só vez não faz diferença. Por isso, optou em fazer um caixa e utilizar o recurso quando já houver um montante considerável para se fazer algo necessário. Ela não citou quanto já tem em caixa.
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