O Serviço de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil de Dourados intensifica os trabalhos em busca dos autores do crime que resultou na morte da paulista Cleide Alves Lima, de 41 anos, na noite de sábado. Segundo o delegado Lupércio Degerone, titular do 1° Distrito Policial, os responsáveis pelo caso foram às ruas durante a manhã de hoje, em busca de informações que pudessem levar aos suspeitos.
O delegado que lidera as investigações, Adilson Stiguivitz, juntamente com a delegada Andréa Alves Pereira percorreram o local do assassinato e outras áreas da cidade. “Eles estão em busca de mais câmeras de segurança que possam ter registrado as imagens na noite do crime. Desde o ocorrido, o SIG tem concentrado esforços nesta ocorrência”, destacou Lupércio.
Ainda de acordo com o titular do 1° DP, os registros de detentos da Penitenciária Harry Amorim Costa (Phac) e do estabelecimento penal de regime semiaberto serão analisados. “O objetivo é afunilar o número de suspeitos checando quem não compareceu ao semiaberto na noite de sábado e também quais são os egressos da Phac que cumpriram pena por roubo”, disse.
De acordo com informação de uma das vítimas, um dos criminosos aparentava ter aproximadamente 14 anos, enquanto o mais velho, autor dos disparos, está na faixa estaria dos 20 anos, aproximadamente. “A ação mostra que são bandidos jovens e inexperientes que não souberam lidar com a situação, e acabaram tirando a vida de uma pessoa inocente. Eles atiraram para matar e depois fugira com pouco dinheiro e celulares”, disse.
O CASO
Na noite de sábado, Cleide foi até um bar localizado na Rua Toshinobu Katayama, no centro de Dourados, acompanhada do filho e duas irmãs, uma de 30 e outra de 35 anos. Na portaria do estabelecimento, os seguranças pediram os documentos que as irmãs havia esquecido no carro que estava estacionado próximo.
Elas foram até o veículo, mas demoraram para voltar ao bar. Desconfiada, Cleide foi tentar descobrir os motivos da demora e acabou se deparando com as irmãs no veículo reféns de dois desconhecidos. Os assaltantes pediram as chaves, a paulista se negou a entregar e acabou sendo alvejada com quatro tiros. Ela foi levada ao hospital, entretanto, morreu no local.
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