A unidade de atendimento ambulatorial da cidade universitária de Dourados está perto de sair do papel, garantiu Franz Mendes, presidente da Associação dos Servidores da Universidade Federal da Grande Dourados (ASSUFGD). Nesta terça-feira (2), ele vai entregar oficialmente à reitoria da UFGD as mais de 600 assinaturas colhidas em petição.
O posto médico irá atender toda comunidade acadêmica, inclusive alunos e servidores da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul). “Nós pedimos médicos e enfermeiros, e recebi a informação de que quatro enfermeiros serão cedidos a nós. Já temos material humano para dar os primeiros passos, falta apenas o médico”, disse Franz.
Ainda de acordo com o presidente da ASSUFGD, a reitoria já havia destinado uma sala do empreendimento que está sendo construído ao lado do Restaurante Universitário, mas as obras ainda levarão certo tempo para serem concluídas, entretanto, foi indicado um local alternativo que poderá ser utilizado provisoriamente.
“Se conseguirmos um médico nos próximos dias, poderemos montar o ambulatório em uma área que fica perto da piscina da universidade. O ponto está em boas condições e precisaria apenas de uma vistoria da Secretaria Municipal de saúde. Se formos aguardar a construção do espaço ao lado do restaurante, acredito que os atendimentos começarão apenas no ano que vem. Mas independente disso, assim que algo for definido, os equipamentos e medicamentos serão adquiridos”, afirmou.
Em recente entrevista, Franz disse que a entrega da petição tem como objetivo solicitar que Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), estatal criada pelo governo federal para gerenciamento dos hospitais universitários federais, ceda os profissionais da saúde para atendimento na unidade, já que recentemente a UFGD aprovou adesão do Hospital Universitário junto à empresa.
“Graças ao apoio e interesse da comunidade universitária e da administração da UFGD, estamos próximos de conseguir este espaço que poderá estabilizar os casos de urgência aos enfermos, evitando sequelas por falta de atendimento adequado. A agilidade no atendimento em casos graves é fundamental”, destacou Franz. Os campi da UFGD e da Uems estão localizados a cerca de 12 quilômetros do perímetro urbano e são frequentados diariamente por milhares de pessoas; o posto médico era uma solicitação antiga, já que pela distância, sempre havia demora na chegada do socorro.
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