Apontado como o operador da metralhadora .50 (que derruba até avião) utilizada para executar o narcotraficante Jorge Rafaat Toumani, no dia 10 de junho, em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira com Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, o brasileiro Sergio Lima Dos Santos, internado em hospital na cidade paraguaia de Fernando de La Mora negou ser o atirador. "Como que eu matei o Rafaat?", questionou ao juiz Edgar Ramírez.
Suposto integrante de uma facção criminosa que controla o tráfico de drogas na fronteira, Sérgio segue hospitalizado e será transferido para uma sala comum onde permanecerá sob a supervisão policial.
A justiça paraguaia acusa o brasileiro de ser o operador da metralhadora .50 usada para matar Jorge Rafaat. Ele deu entrada no Hospital Viva Vida da cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, no final da noite de 10 de junho, onde chegou a bordo de um veículo Golf com ferimentos no pescoço causados por disparo de arma de fogo, conforme registros da câmera de segurança do local.
O brasileiro está sendo acusado pelos crimes de homicídio doloso, associação criminal e transgressão a lei das armas. Já foram pedidas medida cautelar e prisão preventiva de Sergio, que até o momento não sabem afirmar se ele era segurança do narcotraficante ou se era o homem que manipulou a metralhadora, conforme informações do site Amambay Notícias.
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