Dólar em alta ou em baixa, não importa. O sonho de uma viagem vale mais. Segundo a agente de viagem e publicitária, Fernanda Santos Valdovino, apesar da cotação da moeda americana hoje em R$ 2,11 para turismo, o movimento na agência onde trabalha é constante. Os pacotes para meio do ano estão a 'todo vapor'. Pantanal e praias do Nordeste lideram o ranking de vendas, o ano inteiro.
Miami e Orlando, na Flórida (Estados Unidos), também continuam em alta e os pacotes saem, em média, a R$ 6 mil por pessoa. Inclui translado aéreo e terrestre, além da hospedagem em bons hotéis com café da manhã completo. Alguns gostam de optar pela meia-pensão, com almoço ou jantar, diz.
Se para fora pesa mais no bolso, por outro lado viajar hoje no Brasil pode ser mais convidativo. Dez dias em praias de Natal, Maceió e Fortaleza, na costa do Nordeste, custa em média R$ 1,1 mil por pessoa, com saída do aeroporto internacional de Campo Grande (MS).
"Hoje, muitos clientes já chegam aqui [na agência] com o desejo de conhecer determinado local, seja no Brasil ou no exterior. Alguns fazem uma busca e seleção na internet, no site da CVC, e a gente os orienta baseado em experiência própria e de outros que já viajaram e deixam seus depoimentos", conta.
A agente Fernanda, graduada em Publicidade e Marketing, conta que a experiência como 'viajante' rendeu a ela o know how para orientar a clientela.
Ela já foi guia na Serra Gaúcha, também conheceu a Foz do Iguassu, Fernando de Noronha, Recife, Olinda, Buenos Aires (Argentina). "O próximo destino é Cancún, no México", conta animada.
A menina, que começou no mercado de trabalho como vendedora de sapatos, hoje com 25 anos se diz completa por ajudar realizar sonhos. "A gente é recompensada, quando sabe que os clientes foram onde queriam e voltaram mais felizes e satisfeitos com os serviços", arremata Fernanda Santos Valdovino.
O assunto ganha espaço na mídia, hoje, Dia Nacional do Agente de Viagem segundo o calendário de Datas Comemorativas Brasileiras.
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