Descontentes com a morte de comparsas em confronto com agentes de segurança e com mudanças na administração do sistema de carceragem que fecharam o cerco contra o crime organizado, presos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) prometeram vingança.
A facção criou lista com a identificação de agentes penitenciários, policiais civis e militares que atuam no presídio, com o objetivo de matá-los em retaliação.
Os recentes ataques a ônibus, unidades de ensino, tentativas de fuga e tentativa de homicídio de seis servidores por envenenamento são sinais de que a "bomba-relógio" está prestes a explodir.
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