Shirlene Martins Alves, de 33 anos, foi identificada pelo marido nesta quinta-feira (14), como a mulher que foi encontrada morta, no dia 9 de abril em um terreno baldio, no Bairro Carandá Bosque, em Campo Grande.
De acordo com o delegado da 3º Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande, Fabiano Góes Nagata, o homem apresentou-se como Jackson e afirmou que estava atrás da mulher que tinha desaparecido há seis dias.
Ao delegado, o homem afirmou que tinha saído para trabalhar na sexta-feira (8), e que ao retornar para a residência do casal, na Vila Progresso não encontrou a esposa em casa. E desde o seu sumiço estava atrás dela.
Ainda de acordo com o delegado, o marido teria afirmado que a mulher vivia em bares da região. A mulher seria de Rondônia e não teria parentes no Estado. “Estamos indo nos bares que ela frequentava para saber se alguém a conhecia”, fala o delegado.
O crime
Uma mulher foi encontrada morta no início da tarde de sábado (9), na Rua Dr° Robson Benedito Maia, no Bairro Carandá Bosque. A perícia foi até o local, e foi constatado que a mulher tinha um afundamento de crânio do lado esquerdo possivelmente provocado por uma pedra ou uma facada, segundo o delegado Enilton Pires Zala que atendeu o caso.
Um morador, que não quis se identificar, informou que por voltas das 21 horas de sexta-feira (8) teria ouvido barulhos que pareciam ser disparos, mas ao abrir a porta dos fundos da residência que dá acesso ao terreno baldio, não viu nada, principalmente, por causa da má iluminação.
Mas, por volta do meio dia de sábado (9) ao subir no muro para arrumar a cerca elétrica de sua casa visualizou o corpo da mulher no terreno acionando a polícia em seguida. Não foi encontrado nenhum documento com a vítima.
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