A polícia descobriu que Ilma Almeida, 70, morta no dia 14 de setembro após acidente na MS-386, usava documentos da irmã, Sônia Galeano Candida, 77, para receber o benefício da aposentadoria em Amambaí. A irmã, que ainda está viva, foi considerada morta, até descobrirem o golpe depois do acidente.
Conforme o registro da polícia, em vida, Ilma junto da filha, Cida Ribeiro, 48, praticavam o golpe sem que a vítima desconfiasse. Após a morte de Ilma, a polícia considerou Sônia morta, já que os documentos encontrados no local do acidente estavam em nome da mulher.
O caso foi descoberto na manhã de ontem (2), quando foram solicitados, pela funerária à Funai (Fundação Nacional do Índio), os documentos originais de Sônia. A fundação procurou liderança indígena, descobrindo que ela estava viva no município de Laguna Carapã, na Aldeia Gaimbé.
Foi lavrado um atestado de óbito onde consta que Sônia morreu, o que deve ser mudado, assim que a vítima provar à Justiça o contrário. O caso foi registrado como falsidade ideológica.
Mín. 22° Máx. 31°
