As autoridades responsáveis precisam definir de uma vez por todas como agir em relação aos constantes ‘calotes’ dados pelo Hospital Evangélico em relação a seus funcionários e empresas terceirizadas que prestam serviço àquela unidade de saúde. O dinheiro mal administrado deixou rombo que até o momento não conseguiu ser tapado.
E quem sofre com isso é a população, que a cada dia se olha mais acuada em relação a saúde pública no município.
Quando as ‘brigas’ entre prestadores de serviço acabam, mesmo que momentaneamente no setor onde é feita a oncologia, os pacientes da Clínica do Rim são ameaçados com a paralisação de seus serviços.
Então, vamos bater na mesma tecla. Se o dinheiro destinado a essas empresas são depositados pelo Ministério da Saúde e repassados pela prefeitura ao hospital corretamente, o que motiva então, esse atraso constante no pagamento às prestadoras de serviço?
É necessário uma solução por parte das autoridades públicas.
Se o Hospital Evangélico possui dívidas bancárias e outros compromissos financeiros que atrapalham o repasse e funcionamento das terceirizadas, qual o motivo de não se procurar outro hospital e credenciá-lo ao Ministério da Saúde criando uma segunda alternativa?
Parece que existem mais coisas envolvidas nessas questões além dos problemas econômicos enfrentados pelo HE, pois não é possível insistir tanto em algo sem solução momentânea.
E podemos ter certeza, que nos próximas semanas, novos capítulos desta novela vão ao ar.
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