A expectativa de vida do sul-mato-grossense ficou abaixo da média nacional, de acordo com as Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, divulgadas nesta segunda-feira (1) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No levantamento, o brasileiro tem vivido em média, 74,9 anos, enquanto o morador estadual, 74,7.
As mulheres de MS possuem maior longevidade, segundo o estudo, 78,4 anos, ao contrário dos homens, que vivem 7,1 anos a menos.
O Estado de Santa Catarina tem a maior expectativa de vida entre as unidades da federação, 78,1 anos para ambos os sexos, 3,2 anos maior que a média nacional.
Em seguida, encontram-se o Distrito Federal, com 77,3 anos de expectativa de vida para ambos os sexos, São Paulo (77,2 anos), Espírito Santo (77,1 anos) e Rio Grande do Sul (76,9 anos). A menor expectativa de vida foi registrada no Maranhão, com 69,7 anos. Com 70,4 anos e 70,5, respectivamente, Alagoas e Piauí também se encontram no fim da tabela.
Santa Catarina também foi o estado com maior esperança de vida para os homens (74,7 anos), e para as mulheres (81,4 anos).
O aumento na expectativa de vida nacional mantém a tendência de crescimento da taxa. Comparando com 1980, o aumento na expectativa de vida do brasileiro ao nascer foi de 12,4 anos, tendo passado de 62,5 anos para 74,9.
A tabela divulgada mostra a expectativa de vida para todas as idades até os 80 anos. Uma criança de dez anos de idade, por exemplo, tem a expectativa de viver até os 76,3 anos. Um jovem de 18 anos deve viver, em média, até os 76,6 anos.
Uma pessoa de 40 anos tem a expectativa de vida de 78,5 anos. Aqueles que têm 80 anos ou mais têm expectativa média de viver mais 9,2 anos.
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