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Em 30 dias, 2,3 mil veículos precisaram de socorro na 163

19/11/2014 às 09h30
Por: Redacao Fonte: Dourados Agora
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A Concessionária registrou 145 ocorrências, com 106 feridos e 3 mortos, nesse primeiro mês de atuação do SAU Foto: Sidnei Bronka
A Concessionária registrou 145 ocorrências, com 106 feridos e 3 mortos, nesse primeiro mês de atuação do SAU Foto: Sidnei Bronka

Nos últimos 30 dias, 2,3 mil veículos apresentaram problemas e recorreram ao Serviço de Atendimento ao Usuário, da CCR MSVia, concessionária que administra a BR-163/MS. Neste primeiro mês de administração da rodovia, a empresa atendeu a 8.027 ocorrências. Desse total, 2.526 atendimentos referem-se à retirada de objetos lançados na pista.

De acordo com o engenheiro Keller Rodrigues, Gestor de Interação com o Cliente da CCR MSVia, o balanço do primeiro mês de atuação revela que a quantidade de objetos lançados na pista ainda é surpreendente.

“Estamos recolhendo dezenas de objetos na pista por dia, o que significa que o risco potencial de acidentes está sendo combatido”, diz Rodrigues. “Mas é preciso conscientizar os usuários de que o lançamento de resíduos na rodovia é um perigo, representando risco de acidentes e prejuízo para o Meio Ambiente”.

As estatísticas do SAU da CCR MSVia demonstram que a segunda modalidade de ocorrência mais comum na BR-163/MS envolve problemas de funcionamento dos veículos.

Em 30 dias, o SAU atendeu a 2.323 ocorrências desse tipo, sendo 1.463 panes mecânicas, 343 casos de pneu furado, 202 casos de pane seca, 145 panes elétricas, 107 superaquecimentos de motor e 63 casos de bateria descarregada.

“É por conta disso que insistimos com os motoristas, para façam revisões periódicas em seus veículos, agindo preventivamente”, ressalta o engenheiro.

Em relação aos acidentes, a Concessionária registrou 145 ocorrências, com 106 feridos e 3 mortos, nesse primeiro mês de atuação do SAU. A expectativa da empresa é que a quantidade de vítimas seja reduzida gradualmente, na medida em que as obras de melhoramento das pistas evoluam e as ações educativas atinjam um número cada vez maior de usuários.

“Nosso Programa de Redução de Acidentes está em pleno funcionamento e o estamos trabalhando com a expectativa de reduzir 40% o número de mortos em até cinco anos de concessão”, enfatiza Keller Rodrigues.

Serviço de Atendimento ao Usuário

Criado exclusivamente para atender aos motoristas, passageiros e pedestres que transitam pela BR-163/MS, o SAU envolve cerca de 500 colaboradores, dos quais, 259 profissionais especializados na área de APH-Atendimento Pré-hospitalar (entre eles 35 médicos em plantões 24 horas).

As equipes trabalham distribuídas por 17 Bases Operacionais localizadas, em média, a cada 50 quilômetros da rodovia, e operam em regime de turnos para dar assistência 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Essas equipes contam com uma frota composta por 12 ambulâncias-resgate, 05 unidades móveis de terapia intensiva, 04 VIRs (Viaturas Médicas de Intervenção Rápida), 08 guinchos pesados, 17 guinchos leves, 19 inspeções de tráfego e 11 caminhões de serviço, entre outros.

Os recursos podem ser acionados pelo Disque CCR MSVia, que atende gratuitamente pelo telefone 0800 684 0163.

A BR-163/MS

Com 847,2 quilômetros de extensão, a BR-163/MS atravessa 20 municípios, entre eles a Capital, Campo Grande, ligando o Estado de Norte a Sul. A expectativa é que mais de 1,3 milhão de habitantes sejam beneficiados pela rodovia, que possui relevante papel na logística de transporte da agroindústria, comércio e turismo. A transferência da BR-163/MS à CCR MSVia está gerando cerca de 4 mil empregos, sendo cerca de 90% deles para trabalhadores residentes no Estado. Os outros 10% são profissionais que vêm de outros Estados para se instalar em Mato Grosso do Sul.

Nos cinco primeiros anos de concessão estão previstos investimentos de R$ 3,4 bilhões para a realização de obras que contemplem a duplicação completa da rodovia, além de implantação e operação dos serviços de operação, entre outros.

A primeira fase da duplicação de cerca de 81 quilômetros e deverá ser executada em até 18 meses. Nesse intervalo de tempo, são realizados os Trabalhos Iniciais, que envolvem ações de correção de desníveis, reparos localizados e recomposição emergencial do pavimento, recomposição de faixas e placas de sinalização, reparos e recuperação de viadutos e pontes, limpeza e desobstrução de sistemas de drenagem, entre outros.

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