Os Técnico-Administrativos em Educação dos Institutos Federais de Mato Grosso do Sul deflagraram greve desde a manhã de hoje (13), sem data determinada para o fim. Eles reivindicam que o governo cumpra na totalidade o acordo da greve ocorrida em 2012.
De acordo com a assessoria de imprensa do Comitê de Greve Local do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) campus de Ponta Porã, a categoria recebe o menor piso e teto salarial do funcionalismo público federal.
“Estamos há anos sem nem a reposição da inflação, isso significa que em pouco tempo salário mínimo será maior que o piso. Por isso, exigimos o aprimoramento de nossa carreira, aumentando o valor do piso salarial pago pelo governo” declarou.
Ainda segundo a assessoria, além de Ponta Porã, Campo Grande e Nova Andradina também aderiram a greve. Ele disse ainda que com a paralisação do administrativo, os professores e alunos do Instituto serão afetados.
“São cerca de 500 alunos, e sem os técnicos é gerado um grande transtorno, pois além da parte administrativa não funcionando corretamente, o suporte aos professores fica defasado” declararam.
Entre as reivindicações estão: Data-Base para reposição salarial para maio; isonomia dos benefícios (auxilio alimentação, auxilio saúde, etc.) com os outros poderes e com os servidores do TCU; antecipação da parcela de 2015, já em 2014, referente aos acordos da última greve (2012); anulação da Reforma da Previdência do Mensalão e Não à Funpresp; 10% do PIB para a Educação Pública Já!; não ao Projeto de Lei 4.330 sobre as Terceirizações; auditoria da Dívida, com a suspensão do Pagamento da Dívida Pública; retomada de 1% sob o vencimento básico por cada ano trabalhado.
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