
A terceira semana de agosto começa com mais dois óbitos por Covid-19 em Sidrolândia. Uma das vítimas é um idoso de 81 anos, Arides Pereira Martins, que estava internado no Hospital Universitário, para onde foi transferido. A outra vítima, uma mulher de 53 anos, estava no Hospital Elmíria Silvério Barbosa desde o último dia 6. Agora a cidade computa 19 mortes, o que corresponde a uma letalidade de 1,5%, índice menor que o de Campo Grande, que é de 1,6%, está abaixo do estado, que é de 1,7%.
Dois Irmãos do Buriti com 5 mortes e 145 casos, tem um índice alto de letalidade (3,4%). O percentual é obtido com a divisão do número de mortes (19) pelos casos confirmados (1252) multiplicado por 100.
No boletim de ontem, divulgado na hora do almoço, Sidrolândia aparecia em segundo lugar, como a cidade com maior número de novas notificações, 33, atrás apenas de Campo Grande, com 125. A frente de; Aquidauana (mais 26); Dourados (17); Nioaque (14); Três Lagoas (13). O total de óbitos registrados de 28, taxa de letalidade considerada bastante alta, segundo a médica Cristine Maymone, secretária-adjunta.
Além das seis cidades mais afetadas, o controle do vírus nas aldeias indígenas e nas microrregiões de Corumbá é motivo de grande apreensão por parte da Secretaria. No caso dos indígenas a taxa de mortalidade é de 1,7.
“Se não quebrarmos a cadeia de contaminação, podemos fechar o mês de agosto com 400 óbitos”, previu o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, durante a live do boletim estadual do coronavírus. Segundo ele, "O novo normal é mudar de atitude”, e que os próximos 15 dias serão fundamentais para prevenção do vírus.
