As fortes chuvas que ocorrem em boa parte do Sul do Mato Grosso do Sul causaram grandes destruições nos municípios atingidos. Pontes foram derrubadas, tubulações se romperam e grande erosões apareceram em diversos pontos das cidades que foram ‘Castigadas’ pelas chuvas, desde novembro de 2015. Em dezembro de 2015, o município de Deodápolis, assim como outras cidades, decretou situação de emergência.
A ação visa estabelecer uma maior agilidade na obtenção de materiais para a reconstrução das áreas afetadas. No dia 6 de janeiro deste ano, o estado homologou e reconheceu a situação de emergência em Deodápolis. A expectativa ficou por conta do Governo Federal. Com o reconhecimento da situação de emergência do município pela União, Deodápolis poderá receber recursos federais para reconstruir as pontes que deixou inclusive diversas famílias isoladas.
Os prejuízos atingiu em cheio a produtividade agrícola de Deodápolis. Dados mostram que um produtor de arroz, por exemplo, perdeu 300 hectares de arroz que levando em consideração o preço da saca, ‘amargou’ um prejuízo de dois milhões de reais. O caso dá uma noção das dimensões dos estragos causados pelas chuvas em Deodápolis nos últimos 70 dias. Somente na primeira semana deste ano de 2016, segundo dados da Copasul, choveu no município em torno de 280mm.
No total, agora são 28 cidades em situação de emergência no estado somando prejuízos em torno de R$ 200 milhões. Hoje, além de Deodápolis, foram incluídos os municípios de Bela Vista, Laguna Caarapã e Mundo Novo. Ainda fazem parte da lista as cidades de Tacuru, Naviraí, Coronel Sapucaia, Amambai, Sete Quedas, Paranhos, Caarapó, Iguatemi, Novo Horizonte do Sul, Juti, Aral Moreira, Eldorado, Itaquiraí, Japorã, Vicentina, Taquarussú, Guia Lopes da Laguna, Dois Irmãos do Buriti, Jardim, Ivinhema, Campo Grande, Batayporã, Caracol e Fátima do Sul. A portaria nº 7 foi assinada pelo Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Adriano Pereira Junior.
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