O deputado federal Geraldo Resende (PMDB-MS) e o secretário de estado da Saúde, Nelson Tavares, estiveram em audiência com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, para cobrar agilidade no empenho de R$ 17,5 milhões, referentes à construção do Hospital Regional da Grande Dourados. O recurso foi assegurado pelo ex-deputado Marçal Filho em 2013, em conjunto com a bancada em Brasília. Porém, até hoje, foram empenhados somente R$ 500 mil.
Outro convênio celebrado, no valor de R$ 4,4 milhões, fruto de emenda de bancada para a nova unidade de saúde foram empenhados em sua integralidade em 2014, totalizando aproximadamente R$ 21 milhões do governo federal.
"A construção do novo hospital irá suprir significativa carência por leitos, serviços de atendimento de emergência e melhorar o acesso da população aos cuidados médicos. O ex-ministro Arthur Chioro tinha conhecimento dessa demanda e havia se comprometido de empenhar logo o restante do convênio. Espero que o novo ministro tenha condições de manter a palavra e assegure o recurso para a construção do Hospital Regional da Grande Dourados”, disse Geraldo Resende.
Pelo projeto, o Hospital Regional terá perfil assistencial que priorizará as linhas de cuidados de emergência e urgência, cardiologia, nefrologia, oftalmologia e cirurgia geral, podendo atender os 34 municípios da macrorregião de Dourados, hoje com população de 800 mil habitantes. “Eu tenho o apoio do governador Reinaldo Azambuja para dar seguimento a essa agenda em Brasília, de modo a agilizar o processo de análise do convênio. O projeto da obra já foi entregue há duas semanas e aguarda análise no ministério”, afirmou o deputado.
Com o restante do convênio empenhado, o governo do Estado se comprometeu em complementar com mais R$ 21 milhões, totalizando a obra em R$ 42 milhões para o hospital.
O secretário de saúde, Nelson Tavares, classificou a audiência como positiva. “Eu saio dessa reunião muito otimista. A região de Dourados representa quase a metade do Estado. Lá, temos o Hospital da Vida que não consegue atender adequadamente a região. Portanto, o que nós precisamos é de uma unidade de saúde que seja boa, com qualidade e que atenda as necessidades da população”, disse.
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