
Um homem de 43 anos morreu de chikungunya em Douradina, cidade a 195 km de Campo Grande, no dia 22 de abril. Confirmada nesta quinta-feira (14), esta é a 17ª morte pela doença em Mato Grosso do Sul em 2026 — número igual ao total registrado em todo o ano passado.
A vítima tinha tuberculose, o que pode ter agravado o quadro de saúde. Além de pessoas com comorbidades, idosos e bebês estão no grupo de risco para chikungunya. As outras mortes foram registradas em Dourados (11), Bonito (2), Jardim (2) e Fátima do Sul (1). Outra morte é investigada.
Mato Grosso do Sul somou mais 1.191 casos prováveis em uma semana, chegando ao total de 11.521 registros no ano. O salto foi de 11,5% em apenas sete dias. Em 2025, foram 14,1 mil casos de chikungunya no Estado — ou seja, o registrado em 2026 já corresponde a 81,4% dos casos de todo o ano anterior.
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