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Samsung SDS estreia como expositora na Logística do Futuro
Empresa participou pela primeira vez do evento com estande e integrou debate sobre os novos caminhos da cabotagem no Brasil, apresentando ao mercado soluções para uma logística mais eficiente, resiliente e sustentável
25/09/2026 15h28
Por: Redação Fonte: Agência Dino

A Samsung SDS, divisão de tecnologia e logística do Grupo Samsung, participou pela primeira vez como expositora do Logística do Futuro, evento dedicado a discutir os principais movimentos do setor logístico no país. Além do estande, a companhia participou de uma das plenárias da programação, falando em um dos painéis sobre "Cabotagem 2.0 - Logística eficiente, resiliente e sustentável", que discutiu como a cabotagem pode contribuir para transformar operações, ampliar a eficiência e fortalecer a resiliência das cadeias de suprimentos.

O debate aconteceu em um cenário de crescente pressão sobre os custos e a infraestrutura logística brasileira. Levantamento do Instituto de Logística e Supply Chain mostrou que os custos logísticos consumiram 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025, ante 10,4% em 2014, evidenciando os desafios enfrentados pelas empresas para equilibrar competitividade, eficiência e capacidade de resposta.

Cabotagem como estratégia logística

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Durante o painel, a Samsung SDS apresentou sua experiência na estruturação de operações de cabotagem, mostrando como a integração entre planejamento, gestão de transporte, dados e conhecimento operacional pode contribuir para construir alternativas mais eficientes e resilientes para o abastecimento.

Para Rosa Amador, diretora comercial de Logística da Samsung SDS, a evolução da cabotagem passa por uma visão mais estratégica da cadeia logística.

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"A cabotagem não deve ser analisada apenas como uma alternativa de transporte, mas como parte de uma estratégia capaz de ampliar a eficiência, a previsibilidade e a resiliência das operações. Quando conectamos planejamento, tecnologia, dados e execução, conseguimos tomar decisões mais estruturadas e construir operações preparadas para diferentes cenários".

Da alternativa de transporte à estratégia de resiliência

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A crescente complexidade das cadeias de suprimentos tem levado empresas a buscar modelos capazes de reduzir dependências, ampliar a previsibilidade e responder melhor a mudanças na demanda, custos, infraestrutura e disponibilidade de transporte.

Nesse contexto, a cabotagem ganhou espaço como uma alternativa para empresas que buscam diversificar sua matriz logística e estruturar operações mais equilibradas. Para Rosa Amador, o principal desafio está em avaliar a operação de forma integrada, considerando não apenas o custo do transporte, mas também capacidade, previsibilidade, riscos, sustentabilidade e impacto sobre toda a cadeia.

"Uma operação eficiente precisa olhar além do frete. É necessário considerar o custo total, os riscos envolvidos, a previsibilidade e a capacidade de manter o abastecimento mesmo diante de mudanças no cenário. É essa visão integrada que permite transformar a logística em uma vantagem competitiva".

Tecnologia como aliada da operação

A transformação da logística também passa pela capacidade de conectar informações e utilizar dados para apoiar decisões. Para a Samsung SDS, a tecnologia tem papel importante na integração entre planejamento, transporte e demais etapas da cadeia.

Rosa Amador comenta que, por meio das soluções digitais, como as plataformas Cello e Cello Square, a companhia trabalha com visibilidade, gestão de dados e integração de processos, permitindo que empresas acompanhem suas operações e tenham informações para apoiar decisões logísticas.

Eficiência, resiliência e sustentabilidade

Outro aspecto central da evolução da cabotagem é a necessidade de conciliar eficiência operacional com objetivos de sustentabilidade e resiliência.

A diversificação dos modais pode contribuir para reduzir a dependência de determinados modelos de transporte e criar alternativas diante de restrições de capacidade ou mudanças no cenário logístico. Ao mesmo tempo, a escolha do modal precisa considerar o impacto ambiental e o desempenho global da operação.

"Estamos diante de uma mudança na forma de avaliar a eficiência logística. O menor custo de transporte, isoladamente, não é suficiente. É preciso considerar riscos, emissões, capacidade, previsibilidade e resiliência para entender o verdadeiro desempenho de uma operação", avalia a executiva.

Escala global e atuação de ponta a ponta

Rosa Amador assinala que o diferencial competitivo da companhia está na combinação entre conhecimento tecnológico e experiência operacional. "Não somos apenas uma empresa de tecnologia desenvolvendo uma solução para logística, nem apenas uma empresa de logística incorporando tecnologia. A Samsung SDS reúne os dois conhecimentos", explica. Segundo ela, essa característica é sustentada por uma rede global com mais de 6.600 especialistas em logística, presença em 36 países, mais de 300 operações e mais de 6.600 parceiros logísticos.

Para a diretora comercial de Logística da Samsung SDS, a evolução da cabotagem representa uma oportunidade de repensar a própria estratégia logística das empresas.

"O futuro da logística passa por operações mais conectadas, diversificadas e preparadas para lidar com diferentes cenários. A cabotagem pode ter um papel importante nessa transformação quando integrada a uma estratégia que combine eficiência, resiliência, sustentabilidade, tecnologia e conhecimento operacional".

Com a estreia no Logística do Futuro, a companhia amplia sua presença no mercado brasileiro e participa das discussões sobre os novos caminhos da logística nacional, compartilhando sua experiência e visão sobre como a integração entre diferentes modais, tecnologia e estratégia pode contribuir para uma cadeia de suprimentos mais eficiente, resiliente e sustentável.

Para mais informações, basta acessar: https://www.samsungsds.com/la/index.html