O pedestre vítima de um atropelamento registrado na madrugada do dia 2 de junho, na BR-376, em Deodápolis, morreu após permanecer internado por 38 dias. O óbito foi confirmado no dia 10 de julho, às 18h51, no Hospital da Vida, em Dourados, onde a vítima recebia atendimento em razão da gravidade dos ferimentos.
O acidente ocorreu por volta das 4h, no km 84 da rodovia. Segundo o laudo pericial, a carreta envolvida seguia no sentido Ivinhema–Deodápolis quando o condutor se deparou com o pedestre caminhando sobre a pista de rolamento, momento em que ocorreu o atropelamento.
A perícia identificou danos na lateral esquerda da composição veicular, confirmando que houve o impacto entre o veículo e a vítima. No entanto, os peritos informaram que não foi possível determinar com precisão o ponto exato da colisão devido à ausência de vestígios materiais, como marcas de frenagem, material biológico ou outros elementos técnicos.
Após o atropelamento, o motorista retornou ao local para verificar a situação da vítima e prestar socorro. Quando a equipe da Polícia Rodoviária Federal chegou à rodovia, o pedestre já havia sido socorrido por uma ambulância do Hospital Cristo Rei, de Deodápolis, sendo posteriormente transferido para o Hospital da Vida, em Dourados.
De acordo com a conclusão da perícia, o fator determinante para o acidente foi o fato de o pedestre estar transitando sobre a pista de rolamento. O laudo também aponta que o trecho da rodovia estava sem acostamento, havia neblina no momento do acidente e a pista estava seca.
O motorista realizou o teste do etilômetro, que apontou resultado de 0,00 mg/L, descartando a ingestão de bebida alcoólica.
Uma testemunha ouvida durante a investigação declarou que, no dia do acidente, a vítima não apresentava sinais de embriaguez e não possuía histórico de problemas psicológicos. O caso segue documentado pelas autoridades competentes.