Deodápolis BR 376
Pedestre atropelado na BR-376 em Deodápolis morre após 38 dias internado
Vítima foi atingida no dia 2 de junho e não resistiu aos ferimentos. Laudo pericial concluiu que o pedestre caminhava sobre a pista de rolamento no momento do acidente.
12/07/2026 20h41
Por: Redação Fonte: Redação

O pedestre vítima de um atropelamento registrado na madrugada do dia 2 de junho, na BR-376, em Deodápolis, morreu após permanecer internado por 38 dias. O óbito foi confirmado no dia 10 de julho, às 18h51, no Hospital da Vida, em Dourados, onde a vítima recebia atendimento em razão da gravidade dos ferimentos.

O acidente ocorreu por volta das 4h, no km 84 da rodovia. Segundo o laudo pericial, a carreta envolvida seguia no sentido Ivinhema–Deodápolis quando o condutor se deparou com o pedestre caminhando sobre a pista de rolamento, momento em que ocorreu o atropelamento.

A perícia identificou danos na lateral esquerda da composição veicular, confirmando que houve o impacto entre o veículo e a vítima. No entanto, os peritos informaram que não foi possível determinar com precisão o ponto exato da colisão devido à ausência de vestígios materiais, como marcas de frenagem, material biológico ou outros elementos técnicos.

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Após o atropelamento, o motorista retornou ao local para verificar a situação da vítima e prestar socorro. Quando a equipe da Polícia Rodoviária Federal chegou à rodovia, o pedestre já havia sido socorrido por uma ambulância do Hospital Cristo Rei, de Deodápolis, sendo posteriormente transferido para o Hospital da Vida, em Dourados.

De acordo com a conclusão da perícia, o fator determinante para o acidente foi o fato de o pedestre estar transitando sobre a pista de rolamento. O laudo também aponta que o trecho da rodovia estava sem acostamento, havia neblina no momento do acidente e a pista estava seca.

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O motorista realizou o teste do etilômetro, que apontou resultado de 0,00 mg/L, descartando a ingestão de bebida alcoólica.

Uma testemunha ouvida durante a investigação declarou que, no dia do acidente, a vítima não apresentava sinais de embriaguez e não possuía histórico de problemas psicológicos. O caso segue documentado pelas autoridades competentes.

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